A maior ilha dos Açores
Cerca de 65 km de comprimento, no grupo oriental do arquipélago.

A maior ilha dos Açores, a meio do Atlântico, uma paisagem desenhada por crateras, lagoas, hortênsias e estradas tranquilas. Pedalar aqui é mover-se ao ritmo do tempo.
São Miguel cabe inteira num caderno de viagem. Uma ilha, muitas rotas, dos vulcões de Sete Cidades às fumarolas das Furnas.
Vulcões adormecidos, lagoas que mudam de cor consoante a luz, pastagens interrompidas por muros de basalto, e mar , sempre mar ,à vista de qualquer cume. As estradas são estreitas, bem cuidadas e quase vazias. O gravel é vulcânico, escuro, com aderência rara. As subidas são curtas e firmes, as descidas terminam invariavelmente num cais de pesca.
O clima ameno permite pedalar todo o ano. Os meses de pico vão de Maio a Outubro, quando as hortênsias rebentam ao longo das bermas e a chuva chega em rajadas curtas que apenas pedem uma paragem para café.
Cerca de 65 km de comprimento, no grupo oriental do arquipélago.
1 500 km a oeste de Lisboa, no encontro de três placas tectónicas.
Temperaturas entre 10°C e 25°C todo o ano. Verde profundo em qualquer estação.
Ventos previsíveis, ar húmido salgado, chuva curta que limpa a paisagem.
Estradas ladeadas por sebes floridas de Junho a Setembro.
Pouco tráfego, asfalto cuidado e gravel vulcânico para todos os níveis.
As duas lagoas azul e verde, vistas do Vista do Rei. Uma das descidas mais icónicas da ilha.
A lagoa mais alta e mais preservada de São Miguel, no coração da ilha.
Fumarolas, caldeiras e o famoso cozido feito na terra. Paragem obrigatória para quem gosta de gastronomia.
A zona mais verde e escarpada de São Miguel, miradouros, ananases e estradas quase desertas.
Cidade histórica, porto ativo e ponto de partida para todas as rotas da ilha.
Costa sul, piscinas naturais e o icónico ilhéu vulcânico ao largo. Antiga capital da ilha.





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