9 ilhas vulcânicas
Arquipélago dividido em três grupos — oriental, central e ocidental.

Nove ilhas vulcânicas a meio do Atlântico — uma paisagem desenhada por crateras, cristas, hortênsias e estradas tranquilas. Pedalar aqui é mover-se ao ritmo do tempo.
Os Açores cabem inteiros num caderno de viagem. Cada ilha é uma rota — completa em si, ligada por barcos lentos e voos curtos.
Vulcões adormecidos, lagoas que mudam de cor consoante a luz, pastagens interrompidas por muros de basalto, e mar — sempre mar — à vista de qualquer cume. As estradas são estreitas, bem cuidadas e quase vazias. O gravel é vulcânico, escuro, com aderência rara. As subidas são curtas e firmes; as descidas terminam invariavelmente num cais de pesca.
O clima ameno permite pedalar todo o ano. Os meses de pico vão de Maio a Outubro, quando as hortênsias rebentam ao longo das bermas e a chuva chega em rajadas curtas que apenas pedem uma paragem para café.
Arquipélago dividido em três grupos — oriental, central e ocidental.
1 500 km a oeste de Lisboa, no encontro de três placas tectónicas.
Temperaturas entre 14°C e 25°C todo o ano. Verde profundo em qualquer estação.
Ventos previsíveis, ar húmido salgado, chuva curta que limpa a paisagem.
Estradas ladeadas por sebes floridas de Junho a Setembro.
Pouco tráfego, asfalto cuidado e gravel vulcânico para todos os níveis.
A maior. Crateras de Sete Cidades, Lagoa do Fogo, fumarolas e ananases.
O ponto mais alto de Portugal. Vinhas em currais de pedra, classificadas pela UNESCO.
Cristas e fajãs — pequenas planícies costeiras formadas por queda de rocha.
Capital da vela transatlântica. Caldeira central perfeita e Capelinhos lunar.
Angra do Heroísmo, cidade-património. Pedalada plana entre vinhas e pastagens.
Cascatas, lagoas e o ponto mais ocidental da Europa. Para quem quer ir mais longe.





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